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Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

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Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Josey Wales em Ter Nov 01, 2011 7:07 pm



Não é de hoje que se fazem comparações entre os mundo de Howard e Tolkien. Ontem, enquanto procurava algumas informações sobre Kull, me deparei com esta frase no google: "Por esta espada, eu reino!". Decidi descobrir o que era e encontrei um grande texto do site Valinor que elabora uma comparação entre os dois universos. Não direi que concordo plenamente com tudo que é dito... porém... achei algumas observações sobre as obras interessante. Caso se interesse... fica ai o texto:

Por Esta Espada, Eu Reino!

Os fãs de Robert E. Howard devem reconhecer o eco de uma aventura de Kull nesta sentença, "Por esta espada, eu reino". Howard gostava de escrever sobre guerreiros fortes e poderosos. Eles podiam ser homens do Velho Oeste Americano, boxeadores no ringue, ou bravos bárbaros que atravessam os salões de civilizações tão antigas que mesmo os cidadãos esqueceram sua origem distante.

Em alguns aspectos, Aragorn era um bárbaro, pelo menos de uma perspectiva gondoriana. Apesar de ser criado por Elrond em uma casa Eldarin, Aragorn não era um garoto mimado. E seu pai e avô foram mortos por monstros (respectivamente, Orcs e Trolls), dos quais a maioria do povo fugiria em terror absoluto.

Como os reis-guerreiros de Howard, Conan e Kull, Aragorn descendeu de um povo "atlante". Kull foi, na verdade, um atlante, forçado ao exílio. Ele e Conan deixaram seus povos bárbaros e se transformaram em reis. Aragorn também deixou sua terra natal (Eriador) e alcançou o trono real (de Gondor e Arnor).

Mas aí acabam as comparações, ou elas viram superficiais. Howard celebrava a força primitiva da pura "barbaridade", enquanto Tolkien celebrava a sofisticada sabedoria derivada do declínio e queda de muitas civilizações. Mas os dois escritores embutiram seus personagens de um senso de poder que invoca uma simetria de paixão.

Esta paixão aumenta o conflito entre os elogios e as críticas. Os personagens são tratados com grande respeito por alguns, e profunda irritação e chateação por outros. Conan já foi comparado a um velho gagá. Aragorn já foi comparado a um nobre cavalo.

É o aspecto bárbaro de cada personagem o que mais intriga o leitor, e Conan e Aragorn viram arquétipos ou estereótipos para heróis de ação/aventura. Eles são caracterizações primárias porque os dois, de algum modo, recebem uma sofisticação deixada de seus predecessores. (As histórias de Kull derivam das histórias de Conan por muitos anos, e Aragorn é comparável a Beren, que apareceu nas histórias de Tolkien pela primeira vez 20 anos antes de Howard escrever a história final de Conan).

Nenhum dos autores viveu o bastante pra ver o quanto seu legado literário seria direcionado para o mercado de massa e, na minha opinião, é ótimo para os dois. Imagine o quanto ficariam espantados em ver maus atores atravessando pedreiras a cada filme barato, destruindo monstros de borracha e escravizando mulheres que só sabem gritar?

Embora a magia de Kull/Conan estar focada na fúria bárbara, Aragorn é o primeiro Guardião/Ranger. Todos os Guardiões/Rangers são baseados nele, e os trilheiros também. Mesmo Norda, a trilheira da imperadora no recente filme de "Dungeons & Dragons", deve algo à compostura reservada de Aragorn, sua sabedoria perspicaz, e sua suprema competência nas habilidades de caçador. Quando Aragorn expressa dúvida sobre si, ele não está se importando se consegue perseguir algumas dúzias de orcs correndo no continente. Ele se pergunta se é capaz de fazer as escolhas certas, mesmo quando todas estão erradas. Norda, em cenas cortadas o filme, expressa dúvidas similares sobre suas próprias escolhas, mas continua confiante em suas habilidades.

Os guardiões/rangers de Aragorn às vezes me lembram os homens alegres de Robin Hood, misturados à uma fina nobreza. Não hà Little John no conto do exílio de Aragorn, mas Halbarad poderia fazer um interessante Will Stutley. Legolas poderia se juntar à brincadeira como Will Scarlet: um pouco afetado, mas forte e mortal. Gimli poderia ser Frei Tuck, perigoso com uma lâmina, rápido para o sarcasmo e grande adorador de vinho. Em público os Guardiões/Rangers de eriador parecem ser estóicos e quietos, mas tenho certeza que eles freqüentavam uma taverna ou duas. A Taverna Abandonada pode ter esse nome graças à festa do Bacharel de Arathorn II, que todos nós conhecemos.

Quando Robin toca sua corneta, os homens felizes vêm correndo com armas preparadas, e eles são uma força fatal a ser enfrentada quando sua raiva está acesa. Assim também são dos Dunedain que cavalgam ao auxílio de Aragorn em resposta à sua silenciosa necessidade. Kull tinha seus Assassinos Rubros e Conan tinha seus companheiros, mas Aragorn tinha 30 rangers.

Um dos momentos mais memoráveis para mim na história de Kull é o fragmento onde Kull leva seus guarda-costas (400 homens) ao rio Styx. Lá o velho homem da balsa os avisa que, quem quer que seja que atravesse o rio, não retornará. Ele fala de um poderoso exército, milhares de soldados, que cruzaram o rio. A batalha que confrontaram contra seus inimigos desconhecidos pôde ser ouvido por milhas e durou dias. E então só se pôde ouvir o silêncio. Kull fez a coisa certa. Ofereceu a liberdade à qualquer um que estivesse com medo, mas nenhum de seus guardas queriam desertá-lo. Ele só pôde elogiá-los, dizendo "vocês são homens".

Aragorn, ao estilo de Kull, liderou seus trinta homens através das Sendas dos Mortos. Eles também, se recusaram a abandonar seu líder. É difícil imaginar um cara citadino, mesmo Boromir, comandando esse tipo de amor e respeito de seus soldados. E Boromir também não era nenhum mauricinho. Quando apareceu em Valfenda, ele tinha ficado em terras selvagens por um bom tempo. Ele deveria estar muito feio, mesmo se as donzelas élficas fizessem barba e cabelo antes do grande conselho. Então Boromir conseguiu pelo menos um título de Bárbaro Honorário.

Mas ainda há um problema em desenhar uma analogia aos Dunedain de Tolkien. Eles podem não ter vivido em cidades por muito tempo, mas eles não abandonaram a civilização. Ela pode ter se esvaído em sua volta, mas eles preservaram suas melhores qualidades. Os primitivos Rohirrim pareceriam garotos rústicos perto da pequena companhia de Rangers Eriadorianos.

Os verdadeiros bárbaros das histórias de Tolkien são geralmente chamados sumariamente, ou ficam fora de cena. Esses são os Orientais, membros de tribos sem nome sem costumes estipulados. Agora, algumas pessoas podem ser rápidas e apontar os Homens do Norte como bárbaros também. Bem, sim e não. O que é um bárbaro? No senso clássico, o bárbaro é um forasteiro. Kull e Conan eram estranhos às culturas que vieram a governar. O fato de eles vestirem roupas engraçadas, falarem estranho, e poderem matar cinco vezes mais homens do que qualquer soldado eram o que revelavam a sua barbaridade. No fundo de cada um, eles eram estranhos à maneira que as pessoas civilizadas eram.

Os homens do Norte de Tolkien não apenas eram amigos dos Dunedain, como se casavam livremente com eles, e ajudaram a criar laços estreitos em Gondor (mais de uma vez). E eles tinham suas próprias cidades, como Lake-town, Dale, Edoras, e Aldb
urg. Alguns de vocês podem dizer que Framsburg pode ter sido uma cidade, já que eram grande o bastante para conseguir um nome e uma marca no mapa.

Mas os Orientais representaram a barbaridade como os escritores bíblicos o perceberam. Eles usaram a palavra grega "bárbaro" para denotar pessoas que não falavam grego. Os Orientais não falavam Sindarin, a língua das culturas sofisticadas, nem Westron, a língua do prestígio imperial dos Dunedain. Pode haver Orientais que conhecem Westron o suficiente pra conseguir se comunicar, mas eles são orientais, e é Westron, a língua do oeste. Orientais são tão diferentes, que parece que apenas duas palavras foram preservadas em suas histórias: variag e khand.

No mundo antigo, a língua era uma poderosa ferramenta do estado. Cidadãos poderiam ser separados de estrangeiros rapidamente baseado em quem falava tal língua. E a língua também foi usada para estabelecer o poder sagrado, e recordar as tradições das culturas locais. Uma pessoa que não sabia escrever não era sofisticada, e uma pessoa que falava ou mesmo escrevia uma língua estrangeira eram estrangeiros, não tão importantes como aqueles que falavam a verdadeira língua-mãe. Quando Roma impôs suas leis através do mundo Mediterrâneo, latim virou uma grande língua, enquanto o grego ainda prevaleceu no leste.

Tolkien também usa a língua pra separar os locais dos estrangeiros. Os Noldor, que cairam em decadência, viraram estrangeiros em seu exílio. Para poderem viver entre os Sindar, eles foram forçados à adotar a língua dos Sindar. A perda de sua língua-mãe é uma marca de sua vergonha, e com certeza uma marca da supremacia dos Sindar em Beleriand. Os Noldor construíram muitas cidades de pedra, e todas as grandes fortalezas fora de Doriath, mas ainda eram estrangeiros, e nem todos os Sindar gostavam deles.

Como os Noldor em Beleriand, o povo de Aragorn eram exilados que retornaram à Terra-Média. Eles se estabeleceram junto de seus primos menos sofisticados, mas os Dunedain exilados se beneficiaram de um revés na sorte. Númenor havia se tornado um poder dominante na Terra-Média, e a civilização foi conduzida aos homens da Terra-Média pelos Numenoreanos. Portanto, foi a língua adunaica numenoreana que se espalhou por toda a terra e virou o símbolo da civilização.

Aragorn com certeza falava westron bem, mas ele também conhecia o Sindarin, e falava fluentemente. Na verdade, os Sindar viraram estrangeiros para a maioria do pessoal. Gondor, mesmo sozinha entre as nações da Terceira Era da Terra-Média, ainda retinha grande conhecimento de Sindarin. Como o Quenya foi antes, Sindarin virou um pouquinho mais que uma língua dos sábios para os Dunedain. Eles o preservaram ao invés de enriquecê-lo. Eles preferiram não o expandir.

No mundo de Tolkien, palavras são acompanhadas por ações. No mundo de Howard, ações são acompanhadas por palavras. Quando o bárbaro Kull quebra as tábuas de pedra com as leis de Valusia, ele levanta seu machado acima da cabeça e grita "Por este machado, eu reino!". Quando Aragorn revela sua verdadeira herança a Éomer e os Rohirrim, dizendo sua lista de nomes e títulos, ele levanta sua espada e grita, "Aqui está a espada que foi quebrada e foi forjada novamente!"

Como Kull e Conan, Aragorn chega à sociedade gondoriana de fora, rompendo políticos e destronando líderes locais. Denethor fica ofendido com a idéia de deixar seu cargo para "alguém como ele, o último de uma casa destruída, por muito tempo privado de dignidade e nobreza". Mesmo quando ele é presenteado com a oportunidade de entrar na cidade como o vitorioso capitão da guerra, Aragorn prefere ficar de fora como "o Capitão dos Rangers, que não precisam de cidades e casas de pedra". E com isso ele ordena que sua bandeira seja dobrada e que a Estrela do Norte.

Só resta a Aragorn assumir o comando dos exércitos de Gondor antes que ele possa clamar sua coroa formalmente. Apesar de ganhar a confiança do povo rapidamente, eles precisam de um rei-guerreiro, e não de rum rei-filósofo-de-fala-empolada. Aragorn prova que ele possui grande conhecimento e habilidade com línguas, mas suas palavras são ofuscadas por seus atos. Ele é bravo e forte, mas também deve ser decisivo.

É uma parte da magia do bárbaro que, onde um homem civilizado vai ponderar o significado de palavras e profecias, um bárbaro vai seguir em frente destruir o nó que perplexou o mundo civilizado por séculos. É preciso de um rei Macedônio para espalhar a civilização grega por metade do mundo conhecido. É preciso um rei Dunadan para levar Gondor à vitória em suas guerras com o leste. Onde Denethor e seus capitães sentam em suas torres e imaginam o quanto eles conseguirão resistir aos ataques de Mordor, Aragorn corre através das Sendas dos Mortos, recruta um exército fantasma, e usa isso para acabar com as forças dos inimigos de Gondor.

Então Tolkien nos presenteia com duas faces da barbaridade: o bárbaro puro, incorrupto ou justificado pelo longo exílio, e o bárbaro corrupto, perdido no mal e na escuridão. É o puro bárbaro que representa o melhor das idéias românticas uma vez visadas pela civilização. Sua barbaridade é a do estrangeiro. Ele não é um selvagem ou um oponente virulento que visa unicamente saquear e pilhar as cidades costeiras. Ele é um salvador vindo para completar as antigas profecias. Sua força é pura e seu coração é nobre.

Bárbaros às vezes são creditados com a revigoração de civilizações decadentes. E Aragorn é o Renovador. Ele inicia um período de crescimento e vigor renovados nas sociedades Gondorianas e Arnorianas. Ele infunde os Dunedain com sangue novo, quando se casa com Arwen, a princesa Meio-Elfa cujo povo foi renegado ao status de bárbaros.

Os bárbaros de Tolkien, então, serviram ao mesmo propósito dos bárbaros de Howard. E sem dúvida os escritores reconheceram os fins das civilizações, e apreciaram o quanto a barbaridade representa mais que somente um contraste pra a civilização. Barbaridade é a nova e constante origem de crescimento e vitalidade. À medida que o tempo tira o poder das legiões romanas, os bárbaros recuperam seu poder. E à medida que o tempo arrasa os exércitos de Gondor, forçando retiradas de Mordor, Enedwaith e Calenardhon, os Homens do Norte chegam para tomar o lugar.

Assim como o Conan de Howard procurou aventura em Aquilonia, Aragorn chegou do norte bárbaro para se aventurar no sul gondoriano, e anos depois ele tomou o trono de Gondor. Assim como Kull, Aragorn veio do mar para clamar o trono. E assim como Alexandre criou uma renascença grega, Aragorn revitalizou Gondor e carregou sua cultura para terras estrangeiras, incluindo a sua própria. Aragorn era um homem de palavras e de ações.


Tradução de Aarakocra


Fonte: http://www.valinor.com.br/6289/

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por nandokiss em Qua Nov 02, 2011 8:15 am

o mundo de Tolkien é fascinante. muito rico, composto de criaturas admiraveis...
bem mais interessante que o mundo infantil de C. lewis...

adoro o senhor dos aneis, a trologia e os contos anteriores.
o problema é o aragorn.
acho ele uma manteiga. é muto soft, muito bonzinho...
sobre esse ator, ele foi muito elogiado. no making off, um mestre disse que ele foi o melhor espadachim que ele ja treinou...

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Siegfried em Qua Nov 02, 2011 3:29 pm

hum... é uma pena que eu apenas conheça os filmes do senhor dos anéis para discutir o tópico com mais solidez (sendo que uma vez me emprestaram a trilogia mas achei muito chato de início e não quis ler o resto)

Mas pelo filme, concordo em parte com o nando, porque Aragorn parece uma figura muito "genérica" encarna o simples guerreiro nobre e corajoso, as vezes meio Robin Hood, as vezes meio Rei Arthur (principalmente no final do filme, o reconhecimento de sua linhagem como a verdadeira herdeira do trono de gondor o transforma no rei "salvador" da terra média)

E segundo a matéria, estipular o que é barbaro para Tolkien e Howard é difícil, até porque pelo que eu vi pelo filme, o povo de Rohan é que encarna o esteriótipo de "bárbaros" como entendemos, tanto pelo tipo étnico e racial, quanto pelas armas do Rei Theoden e seu palácio, as típicas habitações de carvalho do povo Viking..

De fato essa estética mostrada no filme, não sei se fiéis ou não á obra do tolkien, tornam pra mim essas semelhanças apontadas de Aragorn com Conan e Kull muito genéricas, e sabemos que Conan não se reduz ao mero esteriótipo do "Bárbaro" o personagem é bem mais tridimensional que o simples Aragorn, mesmo se comparássemos pelos filmes (esquecendo o de 2011, please) a diferença seria bastante absurda na minha opinião.

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Siegfried em Qua Nov 02, 2011 4:00 pm

Abrindo um pequeno parêntese no tópico, aproveito para falar para quem curte o mundo de Tolkien: há dois bons fan-movies bancados por fãs da saga do anel, feitos em 2009 e rodados simultaneamente

The Hunt of Gollum


Sinopse:"O roteiro é adaptado de elementos dos apêndices de 'O Senhor dos Anéis'. A Estória segue o Herdeiro de Isildur, o maior caçador e viajante da Terra-Média, enquanto ele parte para encontrar a criatura Gollum. A criatura deve ser encontrada para revelar a verdade sobre o Anel, e para proteger futuros portadores do Anel."

E Born of Hope



Sinopse:"Inspirado em dois parágrafos dos apêndices do Senhor dos Anéis, "Born of Hope" nos conta a história que precede a guerra do anel, mostrando-nos os pais de Aragorn, Arathorn e Gilraen, os guerreiros do norte da Terra Média, chamados Dudaín e sua luta pela subrevivência de Aragorn, ainda um bebê."

Traillers



Eu já vi os 2: o Hunt of Gollum se limita a copiar fielmente o estilo narrativo e fotografia do Peter Jackson, enquanto Born of Hope busca um estilo mais autônomo, resultando em uma experiência bem interessante em termos de direção amadora, tanto em cenas de batalha quanto com boas interpretações por parte dos atores. Particularmente, eu só havia visto tamanha qualidade em "Dead End", um fan movie do Batman

Uma pena que as franquias do cimério não tenham inspirado tanta disposição e busca de recursos pelos fãs quanto a obra do do peter jackson parece ter insuflado nos seguidores de Tolkien para fazer algo semelhante com Conan, pois infelizmente neste ano ainda tivemos de presente uma picaretagem holywoodiana de 5 categoria que até os fãs do tolkien teriam feito melhor se estivessem dirigindo



Última edição por Siegfried em Qua Nov 02, 2011 7:33 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Rogerio Rocha em Qua Nov 02, 2011 6:03 pm

Gostei do texto e o achei interessante, mas tenho meu próprio ponto de vista sobre isso.

Há tempos li o Senhor dos Anéis e li o Hobbit de Tolkien, também pude assistir o filme em seguida, e no próximo ano assistirei o Hobbit nos cinemas também, gostei bastante da obra de Tolkien. O cavaleiro Aragorn se assemelha aos cavaleiros cruzados, reis da idade média, com grande senso de honra, etc... já Conan segue seus próprios valores pessoais, pois nasceu numa comunidade "barbara", e não exita em roubar ou matar, mas também não exita em defender uma pessoa indefesa quando necessário.

Duvido que Aragorn roubaria ou mataria sem piedade como Conan ou Kull, por isso são chamados de bárbaros.

Bom são universos distintos, mas é legal saber que há pessoas que ligam os 2 mundos, e também é importante destacar que Howard e Tolkien eram conteporâneos, então fica a dúvida... Será que um não acabou influenciando o outro? Sabe-se que os 2 se correspondiam, portanto não acho impossível isso ter acontecido...



Última edição por Rogerio Rocha em Qua Nov 02, 2011 7:43 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Josey Wales em Qua Nov 02, 2011 7:40 pm

Concordo e muito com a visão de siegfried sobre os bárbaros de Senhor dos aneis....

Sobre o texto em si.... interessante a visão de paralelo que o autor prega... diferente do normal tom de concorrência que geralmente se vê quando se comparam as duas obras.

Basicamente... acho que a maior diferença entre as duas obras é o o modo e conceito de condução do caos que cada autor tem. Aos meus olhos, mundo de Tolkien é mais ordeiro e aparentemente possui mais significado existencial... assim, o vilões e heróis são muito bem definidos e cada um sabem seu sentido de ser e como agir.... já howard.... promoveu mais caos. Os sentidos existenciais são o tempo todo questionados de forma direta ou indireta... e se horas são valorizados, na pagina seguinte se confundem com a total falta de sentido. Se em momentos a vida parece ter preço alto, em outros não parecem ser mais do que meras cinzas. Até os deuses da obra de howard são carregados acasos e descasos e muitas vezes as razões existenciais são simplesmente "tempo perdido".... howard faz isto com extrema maestria.

De certa forma... quando você começa a ler Tolkien... você muito provavelmente ja sabe como será a situação do mundo no fim... ja howard gosta de pregar peças... e o final, mesmo que conan saia na maioria das vezes intacto, o mundo pode ter terminado pior do que começou.

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Stigmata em Qui Nov 03, 2011 2:22 pm

sao duas obras completamente diferentes. Ate o estilo narrativo vai influenciar a dimensao das obras. O tolkien tem uma cosmogonia IMENSA q toma praticamente um livro exclusivo. Howard dedica apenas 20 paginas pra dita cosmogonia hiboriana. Otra q o tolkien escreveu 3 livros num romance epico, Howard fazia isso por contos, eh uma abordagem completamente diferente.

Eu curto mais romances e tal, mas ainda assimcurto mais a obra do howard (nunca me prestei a temrinar nada do senhor dos aneis).

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Josey Wales em Sex Nov 18, 2011 8:18 pm

Stigmata escreveu:nunca me prestei a temrinar nada do senhor dos aneis.
Eu custei a terminar.... nossa... no final ja tinha virado questão de honra... tipo... tenho que termina esta joça de qualquer maneira. Pra mim o segundo livro é o melhor da série. O terceiro começa bem.... mas... apos a queda de mordor, o retorno de frodo pra casa é broxante.... um lenga lenga terrivel.

Reconheço que a "orquestração" da obra por tolkien é muito melhor e mais bem execultada.... mas... prefiro os contos fáceis de howard. Outra... acho Conan mais carismático do que qualquer outro personagem de tolkien.

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por nandokiss em Dom Nov 20, 2011 5:41 am

Apesar de tudo é um mundo mais fascinante do que o de C. Lewis...
este escrevia para crianças e era por demais cristão... rs

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Josey Wales em Seg Nov 21, 2011 9:54 am

um "universo literário" que eu acho muito legal é o Arturiano... Adoro as coisas relacionadas ao artur e companhia..

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Rogerio Rocha em Seg Nov 21, 2011 12:01 pm

Já leu as Brumas de Avalon? São 4 livros contando a história de Artur, Merlin e Morgana...

Li há muitos anos, um dos melhores livros do Gênero, eu recomendo, achei maravilhoso...

Pena que o filme não foi tão bom quanto o livro.

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Josey Wales em Seg Nov 21, 2011 7:50 pm

as brumas eu li apenas o primeiro.... mas é bom realmente.... agora.... o melhor pra mim é mesmo cronicas de artur de bernad cornwell, alias, é pra mim o melhor livro que ja li. Adorei todos os personagens.

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Stigmata em Seg Nov 21, 2011 8:12 pm

dos do cornwell só achei bom mesmo o primeiro, os otros são razoaveis, mas o primeiro é excepcional

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Rogerio Rocha em Seg Nov 21, 2011 8:46 pm

Vou procurar esse que o Josey indicou.

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Josey Wales em Seg Nov 21, 2011 9:41 pm

Stigmata escreveu:dos do cornwell só achei bom mesmo o primeiro, os otros são razoaveis, mas o primeiro é excepcional
Pra mim o melhor foi o segundo. A começar pelo próprio título "inimigo de Deus"... É um livro cheio de desilusões... e acho que é exatamente por isto o mais fantásticos dos 3 livros. O mundo é um lugar onde as coisas dão errado. Dão muito mais erradas do que certas. Parece estranho... mas a maravilha do mundo está exatamente ai... inimigo de deus é quase sobre isto. Deus ou deuses... pouco se importam...


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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Stigmata em Ter Nov 22, 2011 4:11 pm

o segundo eu acho meio lenga lenga, parece novela as vezes de tão arrastado, me lembrou até o morro dos ventos uivantes rs, mas ainda assim é bom. O primeiro o cara nem sente as páginas passarem a narrativa é rápida e os aocntecimentos um é mais interessante q o outro.

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Siegfried em Ter Nov 22, 2011 4:37 pm

Pegando o trem meio atrasado...

Eu nunca ouiv ninguém falar mal do tal "Brumas de Avalon" mas achei o filme péssimo! o ator que fez o Rei arthur parecia aquele tenista catarinense, o Gustavo Kuerten, não impunha respeito nem á uma mosca e o filme é mais chato que novela mexicana

Tem desculpa ao menos, é raro produções bancadas por canais a cabo saírem boas. E ainda mais pra pra adaptar em 3 horas de película uma quadrilogia de livros

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Stigmata em Ter Nov 22, 2011 6:40 pm

filme bom do artur era um chamado merlin q tinha aquele ator q foi protagonista do jurassic park 1 se não me engano.

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Josey Wales em Ter Nov 22, 2011 7:38 pm

ainda prefiro excalibur.... apesar de não ser la uma obra prima... é mais fiel a lenda. Merlin realmente é um filme interessante... principalmente no sentido de como a magia foi dando espaço para a religião atual... mas... achei o filme suave demais.

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Siegfried em Ter Nov 22, 2011 7:55 pm

Aquele Merlim do Sam Neil eu achei uma merda, outra produção de TV a cabo cheia de (d)efeitos especiais

O Excalibur é a filmagem mais fiel dos contos do Thomas Malory, sem falar que o Nigel Terry é o melhor Arthur que eu já vi na tela, clássico, vai ganhar um review aqui no fórum hora dessas

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Rogerio Rocha em Qua Nov 23, 2011 3:34 pm

E o último rei Arthur?



Apesar de ser moderninho... é um bom filme, não?

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Siegfried em Qua Nov 23, 2011 4:36 pm

XIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII No

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Josey Wales em Qua Nov 23, 2011 7:44 pm

Siegfried escreveu:XIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII No
xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii x2 rsrsrs

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Rogerio Rocha em Qui Nov 24, 2011 9:01 pm

kkkkkk
eu sei que é fraquinho mesmo....

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Re: Por Esta Espada, Eu Reino! (uma análise sobre as obras de Howard e Tolkein)

Mensagem por Siegfried em Sex Nov 25, 2011 11:34 am

Foi na verdade uma pena esse filme, CLIVE OWEN é um bom ator mas está um tremendo canastrão nessa versão, além de uma participação apagada e deslocada da KEIRA KNIGHTLEY, outro bom talento desperdiçado em um filme mal escrito, a única coisa que se salva a meu ver é o ótimo desempenho do STELAN SKASGARD como chefe saxão.

Acho que depois de excalibur, ainda não foi possível "renascer" o mito Arthuriano no cinema

O canal STAR-Z no fôlego do sucesso de SPARTACUS: BLOOD AND SAND, lançou uma série reiventando a trajetória do Arthur Medieval: CAMELOT no início deste ano, mas de tão medíocre, principalmente por colocarem um ator mais preparado para interpretar o salsicha do scooby doo que o célebre monarca, só avançou 8 episódios e encerrou

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