Conan, o Cimério
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Crítica do site EMQUADRINHO sobre o Reboot de Brian Wood

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Crítica do site EMQUADRINHO sobre o Reboot de Brian Wood

Mensagem por Siegfried em Qua Mar 28, 2012 2:58 am

Conan de Wood e Cloonan é uma traição ao personagem



Aprendi a admirar as histórias de Conan pela impossibilidade de seus enredos, pelo mundo imaginário que as encerra em um ambiente completamente inverossímil, desligado do cotidiano comum, conhecido de todos nós, mas também porque são histórias que possuem uma pequena relação com a realidade, um toque amargo que impede que elas sejam apenas fantasia superficial, uma relação que gera de imediato a identificação positiva com o leitor.

A Era Hiboriana é um ambiente completamente fictício criado por Robert Howard, assim como a Terra-Média de Tolkien, mas foi construída a partir de referências históricas de várias épocas e regiões. É uma ficção construída com uma textura realista. Seus personagens, para se inserir nesse contexto, tiveram a psicologia moldada com a mesma fôrma. Howard parece ter optado por trazer suas criações para muito próximo do homem comum, mesmo que sejam bárbaros, guerreiros, piratas, monarcas, sacerdotes de cultos arcanos ou mesmo monstros.

Howard era um escritor de vida social limitada, portanto é de se esperar que, como todo misantropo, não tivesse muita experiência para descrever seres humanos completos, com vicissitudes e a aspereza que todos tem. Porém as histórias de Conan são cheias de traições, mentiras, vaidade, cobiça, inveja, perjúrio, ganância, violência, medo, covardia, superstição, ignorância e todo tipo de defeito humano que encontramos bem perto de todos nós. No fundo é isso que nos atrai e prende a Era Hiboriana, aquilo que está em sintonia com nosso trágico mundo real. Robert Howard tinha certamente uma visão pessimista da humanidade.

Sendo assim, poderia faltar romance, amizade e ternura? É certo que, ao contrário de seu amigo H. P. Lovecraft, cujos personagens nunca demonstravam sentimentos tão vulgares, Howard quase chegou a retratá-los. Há um pouco disso nos contos de Conan. Mas para o modelo vigente hoje, o Cimério é um personagem quase sem emoções. Ele teve muitas mulheres, a mais importante foi Bêlit, a guerreira pirata, mas romance mesmo é algo que falta á Era Hiboriana.

A nova abordagem de Conan, lançada mês passado nos EUA pela Dark Horse, traz Brian Wood no roteiro e Becky Cloonan na arte, recontando a saga Rainha da Costa Negra. Ambos os artistas são conhecidos por HQs alternativas, exploram gêneros alheios ao mainstream ou releituras de gêneros clássicos. No momento foram apenas dois números lançados, mas já é o suficiente pra se ter uma primeira impressão do que é esta nova versão de Conan.

Wood é um escritor que deixou sua marca em séries tardias da Vertigo, como DMZ e Northlanders, e em HQs alternativas como Local e Demo. Já Cloonan é menos conhecida. Ela trabalhou com Wood em Demo e tem ligação com a cultura "emo", mangá e coisas terríveis desse tipo. Trabalhou com o vocalista da banda My Chemical Romance e em uma coletânea que incluia os artistas brasileiros Bá e Moon. Nem preciso falar muito do que se espera de artistas com esse currículo.

O trabalho de Wood e Cloonan em Conan responde a uma onda revisionista que pretende aproximar os personagens clássicos dos quadrinhos a um público mais adulto, teoricamente, ou um público mais diversificado, que nunca teve contato com HQs. Para isso a aposta é "humanizar" os personagens, trazendo eles para mais próximo do leitor. As emoções exageradas e as caracterizações menos fantásticas e supostamente mais realistas seriam a solução para atingir este novo público. Em entrevistas, Wood e Cloonan citaram o público feminino como um alvo de sua estratégia.

Mas o que realmente aconteceu nesta nova apresentação de Conan é a quase completa descaracterização do personagem, uma traição as suas origens em nome de um virtuosismo piegas praticado por dois artistas estranhos a sua mitologia, mais preocupados em impor o seu estilo e preferências pessoais do que em colaborar com o enriquecimento do seu cânone.

Em Conan The Barbarian #1 e #2, o revisionismo barato abriu espaço para o sentimentalismo de soap opera e para o mais desonesto engodo. Estão vendendo um Conan que não é Conan. É Brian Wood & Becky Cloonan, mas não é Conan. Como se nada existisse anteriormente, o personagem é apenas uma vitrine para o trabalho da dupla.

No primeiro número, Conan está em Messantia, capital de Argos, fugindo dos homens da lei da cidade. Na noite anterior, ele havia presenciado e se envovido sem querer em um crime, e por isso foi preso e levado a julgamento. Impaciente com o juiz que lhe dava lições sobre os seus deveres para com o estado, Conan esmaga o crânio do magistrado e foge em um cavalo roubado rumo ao porto, com uma multidão de guardas em seu encalço. Em um salto estilo Príncipe da Pérsia, Conan chega a um barco de mercadores ancorado no lugar. Ele força os marinheiros a levá-lo embora dalí, mas sem entrar em conflito com eles. Os marujos cobram a passagem, mas Conan oferece suas habilidades como guerreiro em pagamento.

Conan conversa com os marinheiros e ganha a simpatia de todos automaticamente. O capitão do navio se chama Tito e trabalha comercializando mercadorias na rota Kush-Argos. Conan conta a sua história e convence os mercadores a ajudá-lo. Tito aceita Conan como um protetor do navio, mas, é lógico, eles fazem uma profunda amizade e Tito o leva até Kush. Com isso o mercador fica impossibilitado de voltar a Messantia, tendo um foragido da lei a bordo.

No caminho, o capitão conta histórias para Conan, inclusive sobre a Rainha da Costa Negra, a lendária pirata Bêlit, que assola os mares subjugando os homens ao seu domínio. Conan começa a imaginar a pirata como uma espécie de mulher-demônio. Em terra firme, eles ficam sabendo que Bêlit ronda a costa de Kush e Tito teme pelo seu navio. Ele não pode voltar a Argos com Conan e pede que ele parta, mas o Cimério lhe jurou lealdade e quer enfrentar os piratas, e é o que obviamente acontece.

No segundo número ocorre o conflito entre os homens de Tito e os Corsários Negros de Bêlit, onde teremos o primeiro contato de Conan com a sua idealizada mulher-demônio, a bordo do navio Tigresa.

Basicamente a adaptação segue as linhas gerais da primeira abordagem feita em quadrinhos, por Roy Thomas e John Buscema: Conan foge de Messantia e pega de assalto um barco de mercadores que parte rumo a Kush, de volta ao mar eles encontram Bêlit e seus corsários, a partir dai Conan se envolve com ela. Porém, nesta adaptação, Brian Wood imprime a sua "marca", vamos dizer. Ele tenta "humanizar" o personagem e a história. Conan não é um bárbaro que se impõe pela força, como na primeira adaptação de Thomas. Ele invade o barco dos mercadores (trazendo grandes problemas) mas conversa com eles, até convencê-los a lhe dar ajuda, em uma manobra improvável. Quando Tito fica sabendo da proximidade de Bêlit, Conan conversa com ele e o convence a enfrentar a ameaça, em outra situação forçada.

Conan repete diversas vezes que jurou amizade a Tito, é um tagarela e não o homem melancólico descrito por Howard e Thomas, há mesmo uma ênfase nisso. Conan também passa longos momentos imaginando Bêlit, como um garoto apaixonado. Ele não é o aventureiro frio e irascível de suas versões anteriores.

Todo o roteiro se concentra nas emoções de Conan, os aspectos de aventura e fantasia ficam de lado. O importante, para Wood, é trazer Conan para o senso comum e para seu público alternativo. Bêlit é travestida em uma figura sobrenatural, sem razão alguma além de abrir a possibilidade para a artista mostrar uma mulher vampiresca, típica da iconografia emo. Wood trabalhou claramente em modificações no texto original para garantir que a estética alternativa e de romance se imponha.

Estética emo

A arte de Becky Cloonan mostra um Conan muito menos musculoso, muito mais jovem e sem aquela expressão ameaçadora que Buscema nos educou a apreciar. Seu Conan parece um rapaz boa praça, carismático, conversador, um retrato de Don Juan na Era Hiboriana. Cloonan não tem habilidade alguma pra desenhar figuras soturnas ou selvagens. Conan aqui é fofinho, bonitinho, os marinheiros são esfarrapados, mas parecem saídos de um seriado de TV, limpinhos. Os Corsários negros parecem os monstrinhos de desenho animado e mangá, uns bonequinhos de toy art rabiscados; Bêlit é uma figura vampiresca típica de capas de disco emo. O próprio Conan é andrógino, como os emos se apresentam.

Conan tagarela e menininha

Nas cenas de violência, Cloonan mostra o máximo possível, mas parece desenhar com nojo. Ela se esforça pra dizer "ei aqui esta a violência e a selvageria", mas as cores são tão bonitinhas, o traço é delicado e infantil e o clima é tão publicitário que não engana ninguém.



Lutas estilo mangá

Seu Conan parece um jovem emo em crise de paixão por uma menina que nunca viu. Além disso ele é afeminado em trejeitos e aparência.

Conan afeminado

A arte de Becky Cloonan é completamente inadequada para Conan. O texto de Brian Wood também. Conhecidos por histórias de personagens comuns em situações do cotidiano, eles se especializaram em falar de relacionamentos, sentimentos, probleminhas urbanos e todo tipo de neuras e pieguice que invadiu as histórias em quadrinhos alternativas americanas nos últimos anos. O Conan deles se concentra nisso e é, portanto, um engodo.

Este Conan sofisticado (falsificado) em imagens e palavras é uma traição ao personagem, um disparate. Na ânsia de renovar a franquia e aproximá-la a novas audiências, a essência foi retirada e substituída por um recheio de leviandades. Wood e Cloonan forçam uma identificação do leitor descaracterizando Conan. A amizade com Tito e os marinheiros é forçada, a fixação em Bêlit é forçada, todo sentimento é levado ao extremo pra dar vazão ao estilo dos autores e sua estética pós-moderna. Conan não precisa disso pra ser mais do que uma história de fantasia, ele só precisa manter o toque amargo do seu criador original.

Robert Howard moldou a Era Hiborian em fantasia, mas com elementos da realidade. A visão de mundo de Howard era cruel, grosseira, e na sua versão trágica da história humana, ele dotou Conan e seus coadjuvantes dos nossos piores defeitos. Isso os trouxe próximos de todos nós, e assim as histórias são mais do que fantasia inverossímil. Conan não é um campo aberto pra pieguice e pro romance barato, pra estética doce e afável que abandone sua essência mordaz. A abordagem de Wood e Cloonan tira o que Conan tem de mais interessante, o incomum, o inusitado, o grosso modo de ver as coisas que transparece no original e foi mantido em suas primeiras adaptações. Se estes novos autores tivessem mantido essa essência, ou se vierem a recuperá-la em novos números, será interessante, mas por enquanto, este novo Conan pra mim não é Conan.


Resenha por Tavares

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Re: Crítica do site EMQUADRINHO sobre o Reboot de Brian Wood

Mensagem por Siegfried em Qua Mar 28, 2012 3:23 am

Da minha parte, concordo parcialmente com a resenha, embora eu ainda acredite que o Reboot ainda seja embrionário demais para sentenciar a obra de forma tão negativa. A crítica ao desenho é quase um consenso entre os irmãos da lâmina, PORÉM, há que se levar em consideração a seguinte questão: se Wood se propôs a derrubar o esteriótipo do bárbaro de ferro e fronte cerrada, é muito normal que visualmente se adotasse um estilo conceitualmente mais contemporâneo.

E sem querer cometer a heresia de comparar o Conan de Becky com o de Barry W. Smith, só devo lembrar que em 70, o desenhista londrino mal conhecia o personagem e não possuía nenhuma referência dentro dos quadrinhos para começar a desenhar as primeiras histórias com Thomas, portanto, optou simplesmente por retratar a si mesmo! e isso nas próprias palavras de Smith. É por isso que o Conan dele era esquálido, tinha cabelo volumoso e calçava botas "Boca-de-sino" ele nada mais era que um garotão de discoteca dos anos 70.

Por isso perguinto: se já houvesse uma legião de fãs de quadrinhos do cimério nos anos 70 estes aprovariam a visão de Smith? tenho certeza que ela seria tão sujeita a pedradas quanto a versão emo da Becky. Particularmente eu ainda acho que os Bee Gees tinham mais personalidade e talento que o Chemical Romance de hoje, porém não podemos negar que se o personagem aparece novamente nos quadrinhos com o intuito de se "renovar", o fato de ressurgir como um produto pré-fabricado da moda e da cultura atual não tem nada de novono caso do cimério, por isso, apesar das decepções, aposto ainda em um desenrolar com alguns méritos na nova saga.

E então? concordam? discordam? postem suas impressões pessoais e comentem a crítica do tavares abaixo

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Re: Crítica do site EMQUADRINHO sobre o Reboot de Brian Wood

Mensagem por Stigmata em Qua Mar 28, 2012 10:10 am

chamar um quadrinho de pós modernista já é demais hehehe. Legal foi esse teu paralelo siegfried, mas acho q deve se considerar justamente o fato de não se ter referência, esses caras q tão lançando essa releitura tem referências a torto e a direito (várioes estilos de quadrinhos, filmes e tal) e acho q nenhuma referência prévia chega perto desse conan, tanto na arte quanto na narrativa (apesar de não ter lido os quadrinhos...) e pela resenha (q tu mesmo disse q concorda emc ertos pontos) parece q o novo conan não amadureceu, apenas adaptou-se :/

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Re: Crítica do site EMQUADRINHO sobre o Reboot de Brian Wood

Mensagem por Siegfried em Qua Mar 28, 2012 6:02 pm

Bem, é justamente no ponto da narrativa que eu discordo do autor da resenha: não acho que ela perfaça uma "descaracterização" do personagem, ora, não foram sequer escritas sequer 60 páginas de HQ ainda, portanto, tirando o desenho ainda não dá pra criticar algo que mal começou... e se a gente for nivelar por escritores ruins que pegaram Conan historicamente nos quadrinhos, mesmo que uma caracterização mais tradicional nao seja concebida como nós fãs preferimos, acho bem preferível do que aturar um roteiro mal elaborado e aborrecido como muitos que já houveram na CB e SSC...


Última edição por Siegfried em Qua Mar 28, 2012 6:19 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Crítica do site EMQUADRINHO sobre o Reboot de Brian Wood

Mensagem por Siegfried em Qua Mar 28, 2012 6:15 pm

Stigmata escreveu: e acho q nenhuma referência prévia chega perto desse conan, tanto na arte quanto na narrativa (apesar de não ter lido os quadrinhos...)

Olha, existem algumas concepções discutíveis, mas algumas, pelo menos em nível de "ruindade" podem até ultrapassar essa da Becky, estava lembrando agora de duas significativas:

Conan de John Severin (Graphic novel TESOURO MALDITO)
Eu simplesmente odiei esse Conan quando o vi, ainda mais por esperar um tempão pelas edições de luxo que eram as únicas em papel digno e colorido para vê-lo com essa anatomia de ladrão indigente de Bagdá, eu nunca consegui gostar, e não consigo até hoje (apesar do falecido John no fundo ter sido um bom desenhista)



Agora falando em Conan emo, não consigo pensar em nada mais adequado a isso do que o Conan versão Youngblood image (sim, existe) concepção pelo Brasileiro José Bené (Joe Bennet) com direito a rabinho de cavalo e tudo, por sorte, o estilo não "pegou" (apesar de tersidolançadauma história completa, tão ruim quanto o desenho), confiram




Fala sério, depois dessa o Conan da Bekcy é até suportável..

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Re: Crítica do site EMQUADRINHO sobre o Reboot de Brian Wood

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