Conan, o Cimério
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[ESC 90-91] O TESOURO DE TRANICOS

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[ESC 90-91] O TESOURO DE TRANICOS

Mensagem por Siegfried em Qui Mar 08, 2012 9:01 pm

O TESOURO DE TRANICOS


Conto inacabado de R.E.H e um dos últimos contos de Conan. Reescrito por L. Sprague De Camp, Adaptado por Roy Thomas, Gil Kane, John Buscema, Joe Rubistein e Klaus Janson para SSC 47-48. No Brasil, ESC 90-91 e CB 63-64 (Mythos Editora)


Introdução especial!:
A FONTE HIBORIANA por Roy Thomas
(transcrição literal da matéria publicada em Conan o Bárbaro 64, Mythos Editora, tradução de FERNANDO BERTACCHINI)

"O FORASTEIRO NEGRO"

“ Quando as aventuras que você acabou de ler, foram publicadas pela primeira vez em THE SAVAGE SWORD OF CONAN 47 e 48, nosso anúncio dizia: “uma saga que levou três anos para ser produzida!”

Mais do que uma simples chamada promocional, a verdade é que a gente não estava brincando, e chegou o momento de contar essa história.

Entre o final de 1975 e o início de 1976, como roteirista e editor dos títulos do Cimério publicados pela Marvel Comics, eu convidei o desenhista GIL KANE para começar a ilustrar a adaptação em quadrinhos de uma história do Conan escrita por R.E.H intitulada O FORASTEIRO NEGRO. Ha, nunca ouviu falar? Então, não custa nada informar que se trata de um manuscrito original de R.E.H, rejeitado pelos seus editores. A história só foi publicada quase duas décadas após a morte do autor, e mesmo assim, ligeiramente reescrita port L. Sprague de Camp, que preferiu alterar o título para O TESOURO DE TRANICOS .

Quando eu e Gil começamos a produzir “Forasteiro”, a Marvel ainda não detinha os direitos de adaptação das histórias de De Camp e Lin Carter, autores que deram continuidade á epopéia do Cimério depois que R.E.H deixou este mundo. Aliás, a Marvel não podia usar nenhum dos romances e contos de Conan que vinham povoando as livrarias desde o final da década de 60, o contrato da Casa das idéias englobava somente os textos originais de Howard. Apenas Bjorn Nyberg já havia nos autorizado a converter para os quadrinhos seu conto “O povo do Cume” mas foi um acordo especial e para uma única ocasião, inclusive sem direito a republicações. E esse contrato não incluiu nem o outro trabalho de Nyberg, “Conan: o Vingador” escrito em parceria com De Camp.

Apesar dessas restrições legais, em uma reunião com Gleen Lord, detentor de todos os direitos das obras de R.E.H, eu lamentei o fato de que “O Forasteiro Negro” a história do próprio Howard que tive o privilégio de ler, jamais havia sido publicada. Argumentei que, no mínimo, ela daria uma grande atração para a nossa “Savage Sword”, principalmente porque as diferenças entre o texto original e a versão publicada com as alterações de De Camp eram mínimas. Basicamente,ele apenas incluiu na trama o feiticeiro Estígio Thot-Amon e fez uma mudança cronologicamente necessária no final da saga. De tanto insistir, Gleen acabou concordando com meus argumentos em nos autorizou a adaptar o original.

Sem demora, telefonei para Gil Kane, um ávido colecionador da obra de R.E.H havia décadas, e ele, todo empolgado, começou a desenhar a história. Infelizmente, pouco depois, outros projetos mais valorizados chegaram á prancheta de Gil, que, sobrecarregado, interrompeu precisamente na página 30.

Essas páginas prontas padeceram engavetadas durante um ano e pouco, período no qual nem meus elogios á sua magnífica arte, nem minhas súplicas ou ameaças de morte foram capazes de incentivá-lo a retomar o serviço. De tempos em tempos, até me senti tentado a jogar a toalha e pedir que John Buscema terminasse o trabalho, mas não tive coragem,pois eu sabia que o entusiasmo de Gil pelo Conan e por esse projeto continuava inabalável, ele só não conseguia tempo para concluí-lo. Com isso, resolvi arquivar de vez o material preparado, sem previsão de quando poderia retomá-lo.

Passaram-se meses e, em meados de 1977, Gleen Lord, De Camp e outras almas empenhadas em levar adiante o mito de Conan fundaram a Conan Properties, empresa que agregou o controle e licenciamento dos direitos autorais para a produção de qualquer coisa relacionada ao gigante de bronze. Nessa época, enfim a Marvel adquiriu alegremente o direito de adaptar todos os livros e contos do cimério, independentemente de quem fosse o autor. Só então resolvi desencavar do nosso arquivo e reexaminar aquelas 30 páginas a lápis de O Forasteiro Negro... e soltei uma gargalhada. Uma risada de alívio.

Savage Sword 48

O motivo do meu alívio? Já explico. O ponto em que Gil interrompeu seu trabalho era exatamente o momento em que De Camp introduziu sua primeira alteração significativa no enredo de Howard. Refiro-me á sequência em que Thot entra efetivamente em cena, invadindo durante a noite a fortaleza de seu inimigo e quase matando de medo Lady Belessa e a jovem Tina. Em vez de Thot, gilkane havia desenhado um demônio semi-humano, em conformidade com a descrição de Howard.

Portanto, Big John só precisaria reformular algumas figuras numas poucas cenas de Kane, e desenhar cerca de 70 páginas adicionais (quase nada). Afinal, a essa altura já era uma certeza, tanto para mim quanto para o próprio Gil, que ele não teria mesmo condições de concluir o que havia começado. Mas não pense você que a gente entrou em conflito por causa de toda essa novela, longe disso. Nossa amizade permaneceu inabalada, e ele continuou matando a vontade de colaborar nas revistas de seu herói preferido desenhando capas e minipôsteres.

Nas semanas seguintes, John Buscema foi entregando a arte a lápis do resto da aventura, a partir da qual eu ia trabalhando no texto adaptado e diálogos complementares. Mesmo assim, havia alguns detalhes tão complicados de se corrigir que acabamos deixando como estavam. Por exemplo: pelos recursos naturais disponíveis na costa picta, a lógica mandaria que toda a estrutura da fortaleza de Valenso tivesse muito mais madeira do que pedras. De qualquer modo, esse tipo de coisa não prejudicava em nada o resultado final, e o mais importante de tudo era que nossa adaptação fora enfim produzida, e com maestria, por ambos os artistas.

Savage Sword 49

A seguir, eu encaminhei o material ao arte-finalista Joe Rubistein, que vivia me dizendo o quanto ele cobiçava aquelas preciosas páginas abandonadas de Gil Kane. Porém,logo percebi que Joe também estava meio atolado numa pilha de trabalhos e, quando sentimos que ele não daria conta dos prazos, pedi que Rick Bryant o ajudasse no acabamento do primeiro capítulo, enquanto a arte-final da segunda parte ficaria a cargo de Klaus Janson.
A propósito, a partir do momento em que nossa adaptação passou a ser a da versão publicada com as mudanças promovidas por De Camp, tivemos de usar inclusive o título alterado, “O Tesouro de Tranicos”, em vez de “O Forasteiro Negro” como eu preferia.
Pronto, aí está. Mais uma: “história por trás da história” ”


Cronologia Marvel


Conan já tem por volta de 40 anos, apesar de estar em plena forma, já conhece a maior parte do continente hiboriano e é um dos poucos mercenários sobreviventes a serviço da aquilônia em violentas campanhas nos sertões pictos. Graças aos seus sucessos, já possuía fama até entre a corte Aquilônia, assim como o desprezo do tirano NUMEDIDES, que mandara prendê-lo na TORRE DE FERRO, onde nobres que pretendem usar o bárbaro como ponta de lança em uma revolução na aquilônia, ajudam-no a escapar (eventos contados em: “Na torre de Ferro” ESC 116), depois um Conan foragido tem de atravessar sozinho novamente os sertões pictos onde começa nossa história, e o seu desfecho, dará início á ascensão do Cimério rumo ao trono na novela CONAN O LIBERTADOR (ESC’S 37-38-39-40)


Sinopse

Parte 1: O Tesouro de Tranicos

“esses pictos malditos me caçavam tão de perto que eu mal conseguia comer as raízes e nozes que conseguia pegar” Conan

Enquanto Conan munido apenas de uma faca, foge de cruéis caçadores pictos em plena selva, a fortaleza de um nobre exilado chamado CONDE VALENSO; isolada na costa dos SERTÕES PICTOS construída há mais de um ano mantendo alguns camponeses e guerreiros leais ao Conde além de sua bela sobrinha LADY BELESSA que vive sob sua custódia e a criada órfã TINA, as últimas observam a chegada de um navio BARACHO aportando na praia.

Quando o conde sobe á amurada, vê o pirata Argoseano STROMBANNI chegar até seus portões cerrados, exigindo que entregue uma suposta PILHAGEM, enquanto Conan, cercado por dezenas de pictos, embrenha-se em uma misteriosa CAVERNA da qual seus perseguidores fogem em pânico, e lá encontra um imenso tesouro em uma sala, guardado por um demônio místico que se condensa através da névoa que preenche a câmara quando um invasor a adentra, escapando por muito pouco da morte certa.

ESC 90

O Conde sem entender nada sobre as exigências do pirata, manda seus homens dispararem flechas contra ele, sem efeito. Mas quando o bucaneiro se recobra e começa organizar um ataque contra a fortaleza, um outro navio é avistado aportando, um inimigo que persegue Strombanni há anos: O Zíngaro ZARONO.

Strombanni sem mantimentos, e para não ser obrigado a perder seus homens em batalha contra Zarono, resolve fugir, enquanto Zarono pede Castelo e mantimentos ao senhor da fortaleza, que assente por já conhecer o pirata desde que este era da corte de Kordava.

Reunidos na mesa de Jantar, Zarono revela as intenções dele e de Strombanni na Baía: encontrar o lendário tesouro de Tranicos, que fora um famoso pirata que escondeu sua maior pilhagem naquela região há mais de cem anos. Sua localização foi revelada aos dois piratas graças a um MAPA que tentaram comprar de um velho mercador em ARGOS (Ver: UMA NOITE EM MESSÂNTIA, ESC 08), porém o mapa foi roubado antes que fosse descoberto o lugar exato onde se esconde o tesouro, então os piratas dirigiram-se até a Baía onde Tranicos aportara pela última vez, e dando de cara com a fortaleza, pensaram que Valenso já o tivesse encontrado.

Zarono então sugere ao conde unir forças contra Strombanni e recuperar o tesouro para voltar a civilização e casar-se com Belessa em Zíngara, de início, o Conde rejeita a proposta de casar a sobrinha com o pirata, mas quando a aia Tina revela que vira um “Homem escuro” andando na praia, o conde simplesmente entra em pânico e resolve aceitar o trato com Zarono e partir dali o mais rápido possível.

ESC 91

Mas uma estranha tempestade destrói completamente o navio de Zarono durante a noite prendendo-os na ilha, ao que Strombanni retorna e oferece uma barganha, já que acredita que Zarono têm o mapa: Valenso proveria o navio com mantimentos, eles repartiriam o o tesouro e partiriam em seu navio. Para acertar os detalhes do negócio: Strombanni, Zarono e o Conde sentam-se á mesa, e neste momento Conan invade o salão após ter invadido o castelo e ouvido toda a conversa e resolve fazer SUA oferta aos homens, pois ele traz o manuscrito com a localização do mítico tesouro.

Pois quem matara e roubara secretamente o mercador de Argos, fora um imediato de Strombanni: ZINGUELITO, que navegara até a ilha contratado por Valenso sem contar a ele sobre o tesouro e acaba sendo morto por Conan na mata logo depois. Queimando-o no fogo, Conan conta a eles como descobriu a caverna por acidente antes de pegar o mapa, SEM mencionar a presença demoníaca na câmara....

Parte 2: Um vento sopra da Stigya

“Demônios, estou cercado de demônios por dentro e por fora!” Strombanni

Após combinar a divisão do saque e a saída da ilha no navio do Argoseano, Conan e os piratas embrenham-se na mata para buscá-lo, enquanto Belessa discute com o conde seu futuro e amargo matrimônio, revelando que vira o “Homem escuro” novamente, desta vez, nos corredores do castelo para horror do conde. Valenso revela então que o estranho visitante é o mago THOT-AMON, e no passado, exilado da Stigya em Zíngara, prestara alguns serviços de feitiçaria para o conde e este pagara-lhe delatando sua presença ao REI FERDRUGO, culminando na caçada impiedosa do feiticeiro atrás de vingança contra seu delator, e sendo sua única vantagem deste, ter um oceano de distância de seu algoz.

CB 63

Na selva, Conan chega até a camâra com Zarono e seus contramestres, enquanto eles entram na sala enevoada, Zarono vê um cadáver no chão e começa a gritar. O morto, é um dos homens de VALENSO, que reconhecera o local desenhado no mapa que Conan queimara na lareira antes que as chamas o consumissem por completo, esgueirara-se secretamente até a câmara sendo morto pelo monstro, os piratas fogem apavorados antes que Conan consiga trancá-los na sala, pois conhecendo a índole sorrateira dos companheiros, decidira que era melhor que morressem antes de ser traído mais tarde, então fugiria sozinho da ilha liderando os homens de Strombanni com parte do tesouro.

Os piratas decidem matar Conan, mas quando se vêem cercados por caçadores pictos, revoltados por encontrarem cadáveres de pictos nas matas (ardil de Toth para fazer as tribos da região atacarem os estrangeiros que moram no castelo) concluem que o único capaz de tirá-los da mata com vida é Conan, o cimério resolve ajudar os piratas porque os prefere vivos aos pictos, e depois de ajudá-los a encontrar uma trilha, os homens voltam apavorados e em desabalada correria pelos portões do castelo, sofrendo um grande cerco de tribos pictas unidas há noite.

CB 64

Durante o intervalo de um dos ataques, o Conde tem uma visão do mago que diz a ele como vai morrer, Valenso, soturno, desce até o salão e escreve uma carta de despedida para a sobrinha e aguarda na mesa seu funesto destino, enquanto Zarono e Strombanni e as tripulações começam uma sangrenta rixa, os pictos invadem o portão e começam a matar todos, incluindo os chefes sem piedade incendiando o forte. Conan vendo que a batalha está perdida, corre até a mansão para tentar salvar Belessa e a aia da fúria picta, dando de cara com o corpo de Valenso enforcado e o demônio, que o Cimério consegue incendiar. Fugindo ás pressas do local, Conan e as mulheres são resgatados pelo navio dos nobres aquilônios: PROSPERO, TROCERO, PUBLIUS e DEXITHEUS que procuravam o Cimério desde sua fuga da torre de ferro para liderar a revolução...


Comentários


O que você faria se morasse em um castelo á beira mar, isolado do mais remoto vestígio de civilização, rodeado por uma mata virgem e povoada das tribos mais selvagens e hostis que viviam na era hiboriana, além de um tenebroso feiticeiro que perambula anônimo pelos corredores enquanto arquiteta uma sórdida vingança enquanto 3 patifes sentam á sua mesa de jantar dispostos a eliminar qualquer indivíduo que se interponha entre seus planos de saque, sendo que a única diferença, é que um deles apenas cumpre sua palavra?

Este é o cenário em que se desenrolam as mais frenéticas reviravoltas de planos e negociatas entre verdadeiros lobos prontos a dilacerar-se á mostra de qualquer fraqueza de um deles enquanto os perigos de um lugar misterioso e hostil intimidam a todos. A chegada dos piratas no castelo do nobre valenso, e a posterior chegada de Conan, têm um peso praticamente cênico na narrativa: dois piratas e um nobre com trunfos nas mangas enquanto um Bárbaro que não tem mais que a tanga e a espada, chega e em um instante coloca todos sobre sua influência, até o momento da fuga frenética das matas e a defesa do castelo, Conan domina praticamente toda a situação.

E é esta sagacidade que estabelece é um dos grandes diferenciais da história e que perfazem a personalidade única de um personagem como Conan, pois o esteriótipo análogo, veiculado em larga escala entre vários veículos de mídia onde a figura do bárbaro é sempre dotada de um intelecto DEFASADO ou até DEFICIENTE, conforme franquias de RPG como AD&D e também uma série de filmes, Conan tem uma mente extremamente clara e ágil, e sabe fazer muito bom uso do conhecimento acumulado depois de percorrer quase todo o mundo hiboriano

Mas não é apenas simplesmente a tensão e a ação que fazem esta história tão fascinante, embora Thot-Amon quase não tenha falas no conto, sua diabólica onipresença no castelo e nas matas através de seus atos, dispensam a necessidade de qualquer ameaça verbal. E o fato das únicas testemunhas oculares da invasão do sinistro mago: a sobrinha de Valenso e sua Aia só ilustram melhor a vulnerabilidade de todos os envolvidos perante o poder do feiticeiro e seu objetivo, por fim ainda que o apocalíptico clímax coroa com chave de ouro o fino equilíbrio de forças em que se encontra o delicado cenário.


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Re: [ESC 90-91] O TESOURO DE TRANICOS

Mensagem por nandokiss em Dom Mar 11, 2012 12:31 pm

essa espada selvagem 90 é ótima...

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Re: [ESC 90-91] O TESOURO DE TRANICOS

Mensagem por Rogerio Rocha em Dom Mar 11, 2012 1:17 pm

Belíssimo tópico Siegfried, e melhor ainda foi a introdução que eu já tinha lido mas não me lembrava mais, realmente um belo conto e acho que apesar de inacabado, acho que conseguiram finalizar muito bem a saga.

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Re: [ESC 90-91] O TESOURO DE TRANICOS

Mensagem por Siegfried em Dom Mar 11, 2012 4:34 pm

Valeu Rogério, de fato "A fonte hiboriana" é um dos melhores materiais que a Mtyhos descolou para publicar na sua versão de ESC, é uma pena que nem todas as histórias do Thomas acompanham esse "Making off". Mas todos os reviews que eu fizer, tentarei encontrar e postar esses textos

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Re: [ESC 90-91] O TESOURO DE TRANICOS

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